"Acho que os destinos foram inventados para que a gente não ficasse andando em círculos, feito baratas tontas." Jorry Seinfeld

O Príncipe com Mentalidade de Escravo

Era uma vez... um príncipe que não tem vontade de estudar, nem de ler um livro ou fazer uma viagem. Seus pais procuram estimulá-lo de muitos modos, mas ele não reage. Está satisfeito com o que não tem e não possui nenhuma curiosidade, nenhum impulso a buscar algo que possa perturbar seu estático equilíbrio.

Seus pais, preocupados, interrogam-se sobre o que podem ter errado em sua educação. Quando o príncipe era pequeno, tentaram protegê-lo de qualquer tipo de dor, qualquer sofrimento. Queriam que fosse feliz e que conhecesse somente o bom e o belo. Esforçaram-se em satisfazer todos os seus caprichos, em dar-lhe, mesmo antes que ele pedisse, todas as mais bonitas e melhores coisas existentes, evitando que conhecesse a dor da privação.

Foi essa falta de tensão entre o que podia e não podia fazer, entre o que queria e devia fazer, o que privou o príncipe daquela energia nutrida pela insatisfação do estado presente, que força a explorar novos modos de superar as privações.

Foi o excesso de atenção por parte do rei e da rainha que criaram no príncipe uma mentalidade de escravo: escravo da própria ignorância, da própria preguiça e da própria complacência em ser ignorante e preguiçoso.

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